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:: 15/mar/2021 . 21:41

GOVERNO FEDERAL CONFIRMA COMPRA DE 138 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 DA PFIZER E JANSSEN

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira, 15, que continua à frente da pasta, mas admitiu que o presidente Jair Bolsonaro “está pensando em substituição”.  “O presidente está nessa tratativa de reorganizar o Ministério. Enquanto isso não for definido, a vida segue normal”, afirmou o ministro em coletiva de imprensa realizada para apresentar o balanço de ações de enfrentamento à pandemia.

Segundo Pazuello, o cargo é do presidente da república e existia a possibilidade de troca desde o dia em ele assumiu o cargo.”Podia ficar a curto, médio ou longo prazo. Estou a médio. O presidente está, sim, pensando em substituição, está avaliando nomes. Conversei com ele e Ludhmila [em referência à Ludhmila Hajjar, cotada para substituí-lo] e, claro, estou à disposição para ajudar todos que vierem aqui. É continuidade, não há rompimento”, disse o ministro.

Por outro lado, Pazuello negou que tenha pedido para deixar o cargo.”Não vou pedir para ir embora, não é da minha característica”.

Compra de vacinas da Pfizer e da Janssen

Pazuello confirmou também a oficialização da compra de 100 milhões de doses da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Pfizer, em parceria com a BioNTech, e de 38 milhões de doses do imunizante da Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson. Ele ainda divulgou o cronograma preliminar de entrega das vacinas já contratadas pela pasta até o final do ano. No total, mais de 560 milhões de doses estão asseguradas, de sete fabricantes: Fiocruz (vacina de Oxford-AstraZeneca), Instituto Butantan (CoronaVac, da chinesa Sinovac), Covax Facility, União Química (vacina russa Sputnik), Precisa Medicamentos (vacina indiana Covaxin), Pfizer e Janssen.

Destas, apenas a vacina da Janssen é aplicada em apenas uma dose. As demais, necessitam de duas aplicações para finalizar o esquema de imunização. “Senhores, é óbvio que tem mais vacina do que brasileiro. Mas essas vacinas se mantém na validade para 2022 e nós temos que ter estoque porque não podemos contar com 100% das entregas. Há oscilações”, disse Pazuello.

O contrato assinado com a Pfizer prevê a entrega das 100 milhões de doses entre abril e setembro, da seguinte maneira: um lote inicial de 1 milhão de doses até 30 de abril, 2,5 milhões de doses até 31 de maio, 10 milhões de doses até 30 de junho, outras 10 milhões em julho, 30 milhões em agosto e um lote final de 46.5 milhões até 31 de setembro. Já a previsão de entrega da vacina da Janssen é a seguinte: 16,9 milhões de doses entre julho e setembro e 21,1 milhões entre outubro e dezembro.

Os outros dois contratos assinados recentemente, com a Precisa medicamentos, para a aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin, e com a União Química, para a compra de 10 milhões de doses da Sputnik têm entrega prevista entre março e junho. Entretanto, segundo Pazuello, a entrega e pagamento dessas vacinas irá depender da aprovação da Anvisa dos dois imunizantes, que ainda está pendente. Até o momento, apenas as vacinas do Instituto Butantan, Fiocruz e Pfizer estão autorizadas no país. As duas últimas já tem registro definitivo.

Até o mês de fevereiro, o Ministério da Saúde distribuiu 16.953.000 vacinas, sendo 4 milhões da AstraZeneca-Oxford, importadas prontas para aplicação do Instituto Serum, na Índia, pela Fiocruz, e as demais, do Instituto Butantan. Até o final de março, o total de vacinas entregues pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) deverá chegar a 47 milhões, suficientes para imunizar 29 milhões de pessoas. Pazuello ressaltou que o cronograma pode sofrer alterações devido a atrasos de entrega pelos fornecedores ou problemas de autorização.

Ainda está em negociação a compra de 13 milhões de doses da vacina produzida pela empresa americana Moderna, com entrega prevista para o segundo semestre. “É uma vacina que apresentou um custo bem mais caro, são poucas doses e nós estamos negociando para ajustar o preço. Nosso objetivo é, chegar a um preço que nós possamos pagar, comprar também essas 13 milhões de doses”, afirmou Pazuello.

Cronograma

Janeiro: 10.700.000 (2 milhões de Oxford-AstraZeneca + 8,7 milhões do Instituto Butantan)
Fevereiro: 6.253.000 (2 milhões de Oxford-AstraZeneca + 4.253.000 do Instituto Butantan)
Março: 38.097.600 (3,8 milhões da Fiocruz + 23,3 milhões do Butantan + 2.997.600 do Covax + 8 milhões da Covaxin)
Abril: 57.179.258 ( 32 milhões da Fiocruz + 15.779.258 do Butantan +  8 milhões da Covaxin + 400.000 da Sputnik + 1 milhão da Pfizer)
Maio: 47.657.058 (27 milhões da Fiocruz + 6.032.258 do Butantan + 6.124.800 do Covax + 4 milhões da Covaxin + 2 milhões da Sputnik + 2,5 milhões da Pfizer)
Junho: 50.632.258 (27 milhões da Fiocruz + 6.032.258 do Butantan + 7,6 milhões da Sputnik + 10 milhões da Pfizer)
Julho: 42.148.387 (18,6 milhões da Fiocruz + 13.548.387 do Butantan + 10 milhões da Pfizer)
Agosto: 65.548.387 (22 milhões da Fiocruz + 13.548.387 do Butantan + 30 milhões da Pfizer)
Setembro: 94.206.452 (22 milhões da Fiocruz + 8.806.452 do Butantan + 46,5 milhões da Pfizer + 16,9 milhões da Janssen)
Outubro:  32.000.000 (22 milhões da Fiocruz + 10 milhões do Butantan)
Novembro: 32.000.000 (22 milhões da Fiocruz + 10 milhões do Butantan)
Dezembro:  86.489.400 (22 milhões da Fiocruz + 10 milhões do Butantan + 33.389.400 do Covax + 21,1 milhões da Janssen)

POLICIAL MILITAR É MORTO A TIROS EM FESTA DE CRIANÇA NO INTERIOR DA BAHIA

Um policial militar foi morto a tiros durante uma festa de criança na cidade de Teofilândia, a cerca de 100km de Salvador. O caso aconteceu no sábado (13).

Lotado em Feira de Santana, Alberto David Duarte dos Santos estava de férias e foi até Teofilândia para participar da festa. Além dele, após o ataque, um jovem de 18 anos ficou ferido, contudo, sobreviveu.

De acordo com informações iniciais, tudo começou após um desentendimento, iniciado por um homem, que exibiu uma arma no local. O PM, então, atirou para cima, com o intuito de dispersar a confusão.

O homem, porém, reuniu um grupo de pessoas, que foram atrás do PM e atirou contra ele. Apesar de ter sido socorrido, Alberto não resistiu aos ferimentos.

A arma do policial não foi levada pelo grupo. O caso é investigado pela Polícia Civil.

MARCELO QUEIROGA É O NOVO MINISTRO DA SAÚDE DO GOVERNO BOLSONARO

O quarto Ministro da Saúde do ‘Governo Bolsonaro’ já está definido. Segundo informações da Rede CNN, o paraibano Marcelo Queiroga foi o nome escolhido pelo Governo Federal para comandar a pasta.

Por volta das 18h30 desta segunda (15), Marcelo Queiroga deixou o gabinete presidencial, e segundo interlocutores do presidente, aceitou o convite.

A publicação deve ser oficializada no Diário Oficial da União da próxima terça (16)

Marcelo Queiroga é atualmeNte presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e irá suceder o general Eduardo Pazuello.

Antes, a pasta foi ocupada pelo ortopedista e ex-deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) e pelo oncologista Nelson Teich

GOVERNO FEDERAL RECEBE 3,3 MILHÕES DE DOSES DA CORONAVAC PRODUZIDAS PELO BUTANTAN

O Ministério da Saúde recebeu nesta segunda-feira (15) 3,3 milhões de doses da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acompanhou a saída do carregamento na sede do instituto.

Estão reservados para o estado de São Paulo 823 mil doses deste lote – o que corresponde a 22,6%. De acordo com o gestor paulista, mais 2 milhões de imunizantes serão entregues ao governo federal nesta quarta-feira (17).

No total, a previsão é de que, até o final de março, o Butantan entregue ao país 22,7 milhões de doses. Até o final de abril, a quantidade deve chegar a 46 milhões. O instituto está trabalhando para, até o final de agosto, conseguir enviar mais 54 milhões de doses e atingir o total de 100 milhões de unidades da vacina prometidos ao ministério.

VÍDEO: AFIRMANDO QUE IRIA MATAR O CORONAVÍRUS, HOMEM ATEIA FOGO EM SUA PRÓPRIA CABEÇA E O FOGO SE ALASTRA PELO SEU CORPO

Um homem ateou fogo em sua própria cabeça na noite dessa quarta-feira (10/03), em um bar no centro de União, Norte do Piauí. As informações são do Clique União.

Segundo testemunhas, a vítima pediu álcool em gel e incendiou sua cabeça e saiu caminhando. Pessoas que estavam no local ajudaram a vítima a apagar o fogo.

“Ele disse que queria matar o coronavírus. Depois que o rapaz do posto de combustível abafou o fogo da cabeça dele e conseguiu apagar. Ele continuou dançando”, contou um cliente do lugar.

O homem foi levado para o hospital de União onde, até o início da tarde desta quinta-feira (11/03), seguia internado com queimaduras em 30% do corpo. Segundo a unidade, ele teve queimaduras de primeiro e segundo grau e diz não se lembrar do que aconteceu.

Veja o vídeo:

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