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:: 11/mar/2021 . 12:18

A UNOPAR TEM 5 DICAS PARA MULHERES EMPREENDEDORAS !

💼 Lugar de mulher é no mundo dos negócios! 👉 Por trás das histórias de sucesso de muitas organizações, existem várias mulheres empreendedoras que contribuíram ativamente para isso. 💪

➡ No Brasil, já existem mais de 30 milhões de mulheres empreendedoras. O relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM), demonstrou, em 2018, que o número corresponde a 48,7% de todos os empreendimentos.

➡ E você, já pensou em empreender? Confira 🖐 5 dicas para as #mulheres #empreendedoras. 👩💼

1⃣ Desenvolva autoconfiança
Acredite no seu processo e confie que você é capaz de aprender coisas novas. Além disso, não tenha medo de falhar, cometer erros é inevitável. O processo de empreender envolve testar soluções e fazer ajustes.

2⃣ Construa uma rede de apoio
Busque parcerias tanto online quanto offline. Foque em empresas que atuem no mesmo nicho de mercado com você. Além disso, é muito benéfico formar uma rede de mulheres empreendedoras para trocar experiências e apoio.

3⃣ Atualize seus conhecimentos
Esteja em constante evolução. Estude constantemente sobre a sua área de atuação. Uma dica é cursar uma pós-graduação e tornar-se uma profissional ainda mais atualizada para garantir novas possibilidades na sua carreira.

4⃣ Organize o seu tempo
Defina um horário específico para o trabalho e faça uma gestão das tarefas. Quebre os seus planos em pequenos projetos e metas. Dessa forma, fica mais fácil distribuir as tarefas e definir prazos.

5⃣ Inove
Não tenha medo de inovar. Coloque suas ideias em prática e teste-as. Mesmo que a sua empresa já esteja consolidada no mercado, é fundamental rever o modelo de negócios e os processos.

🚀 Você também acha que o empreendedorismo feminino é o futuro dos negócios? 💬 Compartilhe essas dicas nas suas redes sociais para ajudar outras mulheres!

AF

MAIS UM FINAL DE SEMANA DE COMÉRCIO FECHADO EM ITAPETINGA E EM TODA A BAHIA

De acordo com o Decreto nº 20.286/2021, o comércio de atividades tidas como  não essenciais estará vedado nos dias 13 e 14/03/21 em todo território baiano, como ocorreu no último final de semana.

Art. 2º – “…, somente o funcionamento dos serviços essenciais, notadamente as atividades relacionadas à saúde e ao enfrentamento da pandemia, como transporte, serviço de entrega de medicamentos e demais insumos necessários para manutenção das atividades de saúde e as obras em hospitais e a construção de unidades de saúde, bem como à comercialização de gêneros alimentícios e feiras livres, à segurança e a atividades de urgência e emergência.

“Art. 3º – As restrições previstas no art. 2º deste Decreto deverão ser cumpridas em todo o território do Estado da Bahia, nos períodos de:
I – 18h de 05 de março até às 05h de 08 de março de 2021;
II – 18h de 12 de março até às 05h de 15 de março de 2021.” (NR)

Ficam mantidas as restrições de locomoção a partir das 20h,e permitidos os serviços de entrega em domicílio (delivery) de alimentação até às 24h, porém com a proibição de venda de bebida alcoólica.

SEGUNDA FERIA, 15/03/21, DIA DO CONSUMIDOR – RETOMAREMOS NOSSAS ATIVIDADES .

RISCO DE INTERNAÇÃO LONGA É 2 VEZES MAIOR COM BAIXA TAXA DE VITAMINA D

Pesquisa brasileira e estudos internacionais mostram que déficit da substância no corpo influencia também na prevenção da covid-19

Desde a descoberta do novo coronavírus pesquisadores e indústrias farmacêuticas tentam descobrir substâncias capazes de prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2 e a vitamina D aparece como uma possível aliada na prevenção da doença.

O Hospital Israelita Albert Einstein desenvolveu um estudo com 200 pacientes infectados e internados, de julho de 2020 até janeiro de 2021, com o objetivo de avaliar a interferência ou não da vitamina D sobre a evolução dos pacientes e constatou que as taxas da vitamina do sol, como é conhecida, estavam relacionadas ao tempo de internação do paciente.

O geriatra Alberto Frisoli Jr., coordenador do estudo, conta que os infectados apresentaram evoluções distintas da covid-19. “Observamos que quem estava internado e tinha a vitamina D baixa evoluiu pior e teve média de internação maior, do que os que tinham números normais ou alto”, explica o médico e acrescenta qual pode ser o tempo internação dos casos. “A chance de o paciente ter um período de internação acima dos 17 dias é duas vezes maior nos doentes com baixa taxa da vitamina.”

Além disso, a pesquisa mostrou que o déficit da substância no organismo doente pode causar outros danos. “Observamos também que o paciente com baixa vitamina D tem maior risco de ter problemas renais e ir para hemodiálise e de reinternação após alta e de outras complicações ou sequelas”, afirma o geriatra.

Outros dois estudos internacionais apontam para o resultado brasileiro. Um artigo baseado em um estudo de pesquisadores do Reino Unidos e publicado na revista científica The Lancet afirmou que o papel da vitamina D na resposta à infecção pode ser duplo: apoiar a primeira defesa do organismo ao vírus e, num segundo momento, promover a redução da resposta inflamatória à infecção.

Pesquisadores da Universidade de Chicago analisaram 489 pacientes que fizeram exame PCR e concluíram que aqueles com deficiência de vitamina D poderiam ter uma chance 77% maior de infecção pela covid-19 do que os pacientes com quantidade suficiente da mesma vitamina. Essa pesquisa foi apresentada na revista médica JAMA (Journal of the American Medical Association).

Por todas as pesquisas feitas, Frisoli pode afirmar a influência das taxas de vitamina D na infecção causada pelo SARS-CoV-2: “Níveis mais baixos de vitamina D mostraram uma associação maior com riscos de contaminação pela covid-19”, conclui o médico.

Como manter índice correto

A boa notícia é que não é difícil para as pessoas melhorarem as taxas de vitamina D no organismo e o sol é melhor remédio para resolver o problema. O médico lembra que os alimentos consumidos normalmente têm o precursor da vitamina, que é ativada com raios ultravioletas.

“Alguns alimentos são ricos no precursor da vitamina D, por exemplo sardinha, fígado, atum. Outros alimentos também apresentam o precursor, com uma hora exposto ao sol, no máximo duas horas já é mais que suficiente”, afirma Frisoli.

Mas, vale lembrar, que o tempo no sol não pode ser nos horários mais fortes de radiação, entre 10h e 15h, para evitar queimaduras e risco de câncer de pele.



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