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:: 13/jul/2020 . 20:14

ITAPETINGA: SOBE DE 535 PARA 560 0 NÚMERO DE CASOS CONFIRMADOS DA COVID-19. COM MAIS DOIS ÓBITOS E 172 CURADOS

ITAPETINGA: UM IDOSO DE 70 ANOS E UMA IDOSA DE 92 SÃO AS 18ª E 19ª VÍTIMAS DA COVID-19 NO MUNICÍPIO.

O coronavírus fez novas vítimas em Itapetinga. Nesta segunda-feira, 13, um homem e uma mulher perderam a vida após apresentarem graves problemas respiratórios.

Ele, aos 70 anos apresentou febre, tosse e muita dificuldade respiratória. Estava internado no Hospital das Clínicas em Conquista.

Ela, aos 92, estava internada a UPA com baixa saturação, dispneia e redução de consciência.

Hoje, Itapetinga soma 19 óbitos.

ITAPETINGA: FUNDAÇÃO JOSÉ SILVEIRA AMPLIA O NÚMERO DE LEITOS PARA RECEBIMENTO DE PACIENTES SUSPEITOS COM COVID-19

A Fundação José Silveira (FJS) entregou, nesta segunda-feira (13), quatro novos leitos específicos para receber pacientes com suspeitas ou confirmados de COVID-19 e que necessitem ficar em observação no Hospital Cristo Redentor até serem transferidos para unidades de referência no tratamento ao COVID-19.

Desde o início da pandemia, a FJS vem mostrando através de ações, todos os cuidados necessários com seus colaboradores e pacientes do HCR com o objetivo de trazer maior segurança para os colaboradores, pacientes e humanizar ainda mais o atendimento.

A coordenadora geral da Unidade, Ana Bárbara Matos, afirmou que a ampliação dos leitos visa dar sequência as ações de enfrentamento ao COVID-19.

”Com o aumento do número de casos positivos de Coronavírus em Itapetinga e Região, ampliamos o número de leitos de isolamento para o recebimento de pacientes suspeitos e confirmados dando sequência ao nosso plano de ação e enfrentamento à doença”, disse Ana Bárbara.

Ana Bárbara ainda informou a instalação de um túnel de desinfecção, doado pela empresa de polpas de frutas Doce Mel. “O momento é de união e fortalecimento de parcerias durante a Pandemia. Agradeço o presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas, o deputado federal Antônio Brito pelo apoio total, ao coordenador executivo da FESFBA, Leonardo Matos por está sempre junto conosco viabilizando novas parcerias e ao empresário Alípio Jr. (Doce Mel), que nos doou esse importante equipamento para fortalecer a nossa linha de frente. Acreditamos que com a soma das forças, vamos sair vitoriosos desta batalha”, finalizou.

ILHÉUS REGISTROU 07 MORTES POR COVID-19 EM APENAS 4H.

Ilhéus, no sul da Bahia, registrou total de sete óbitos provocados pelo novo coronavírus (covid-19) nas últimas 24 horas, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) em boletim epidemiológico divulgado há pouco.

Neste domingo (12), o município registra acumulado de 82 mortes causadas pela doença desde o início da pandemia. O histórico e a data de falecimento das vítimas não foi divulgado pela Sesau. O total de óbitos causados pela Covid-19 em Ilhéus é, hoje, superior a Itabuna, que hoje registrou mais duas mortes e tem 81 vítimas da doença.

Também nas últimas 24 horas, ficou estável o número de pessoas consideradas curadas da doença – 1.279. O município tem 1.977 casos confirmados da covid-19, segundo a Sesau. O total de casos ativos (pessoas em recuperação) subiu de 514 para 563 de ontem para hoje.

Caiu o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos da covid-19 com pacientes internados, de 61, no sábado (11), para 53 neste domingo. O município conta com total de 65 leitos de UTI para vítimas graves da covid-19.

Fonte:Blog Pimenta.

TRISTE: TRÊS PESSOAS DA MESMA FAMÍLIA MORREM EM GRAVE COLISÃO ENTRE CARRO DE PASSEIO E CAMINHÃO NA BR 101

Três pessoas morreram após a batida frontal entre um caminhão baú e um carro de passeio, no final da tarde de domingo (12), na BR-101, trecho de Conceição da Feira, cidade a cerca de 125 km de Salvador.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as três pessoas eram da mesma família e seguiam no carro.

Informações iniciais obtidas pelos agentes é de que um terceiro carro forçou uma ultrapassagem. O veículo de passeio na tentativa de evitar o acidente, acabou invadindo a pista contrária e colidiu com o caminhão. O terceiro veículo não esteve envolvido na colisão e o motorista não prestou socorro às vítimas.

Com o impacto da batida, parte do carro ficou debaixo do caminhão e os dois veículos acabaram pegando fogo. As chamas destruíram o carro e a cabine do veículo de carga. O motorista do caminhão conseguiu sair antes das chamas se alastrarem.

VACINA PARA A COVID-19: RÚSSIA CONCLUI TESTES E QUER INICIAR DISTRIBUIÇÃO AGORA EM AGOSTO.

A Rússia pode ser o primeiro país no mundo a distribuir, em massa, vacinas contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. O antídoto deve começar a ser distribuído em agosto, conforme informação divulgada nesta segunda-feira (13) pela agência de notícias do governo do país.

O comunicado afirmou ainda que parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização foram encerrados hoje.

“A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

A vacina foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, e a expectativa é que ela esteja disponível para a população entre 12 e 24 de agosto, conforme afirmou o diretor da instituição, Alexander Gintsburg.

Podcast Tempo Hábil Entrevista: Como funcionam as vacinas estrangeiras testadas no Brasil

A Rússia está à frente no processo porque seus testes clínicos começaram em junho, quando a Universidade Sechenov reuniu 38 voluntários remunerados, com idades entre 18 e 65 anos, para a pesquisa. Apesar de eles ainda serem monitorados por seis meses, alguns receberão alta nesta quarta-feira (15), após 28 dias de isolamento, cuja intenção foi protegê-los de outras eventuais infecções.

O Ministério da Saúde russo ainda realizará testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

Para reforçar o estudo, o exército do país também vem testando a vacina desde junho, e os trabalhos devem seguir por mais dois meses. Com mais de 730 mil infectados e outros 11 mil mortos, a Rússia é um dos países mais atingidos pela pandemia do novo coronavírus.

AS ‘COMORBIDADES SILENCIOSAS’ QUE PODEM LEVAR PACIENTES COM COVID-19 À MORTE.

Em meio ao crescimento exponencial de infecções e mortes por covid-19 no Brasil, uma característica presente em diversos casos mais graves preocupa os profissionais de saúde: as comorbidades desconhecidas pelos pacientes ou que não são tratadas adequadamente.

Segundo médicos ouvidos pela BBC News Brasil, são comuns casos de pacientes com doenças preexistentes como diabeteshipertensão e tuberculose que desconhecem tais comorbidades até serem internados com covid-19. Outra preocupação também é com aqueles que sabem da enfermidade, mas não fazem o tratamento adequado.

Para os profissionais da área, a situação representa um retrato da saúde dos brasileiros e traz à tona questões culturais nas quais a atenção primária não recebe o devido cuidado. Para muitos pacientes, médicos e unidades de saúde devem ser procurados apenas em casos de doença.

No contexto da covid-19, comorbidades como diabetes, obesidade, hipertensão, tuberculose, entre outros, aumentam o risco de agravamento do quadro do paciente. Para aqueles que não tratavam as enfermidades previamente, a evolução da doença causada pelo novo coronavírus pode ser ainda pior. Segundo especialistas, muitos desses casos poderiam não ter uma evolução tão grave se a pessoa fizesse o tratamento adequado da doença preexistente.

“A covid-19 se tornou um novo momento para muitos pacientes descobrirem questões ocultas sobre a própria saúde, principalmente aqueles que não se cuidavam ou não tinham acesso ao serviço de saúde“, declara a médica Denize Ornelas, diretora de comunicação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

Ornelas frisa que um paciente com uma doença preexistente que está controlada, por meio de tratamento, pode apresentar uma resposta melhor à covid-19. Ela pontua que, em casos de pessoas que não têm a comorbidade controlada, muitas vezes o médico precisa aliar o tratamento contra a covid-19 com medicamentos para a doença preexistente. “Nesse caso, a atenção precisa ser ainda maior”, ressalta.

Uma das principais formas de atenção primária no Brasil é o programa Saúde da Família, criado nos anos 90 por meio do SUS (Sistema Único de Saúde). A iniciativa atinge cerca de 65% da população. O projeto, porém, enfrenta dificuldades como a sobrecarga de equipes em algumas regiões e a falta de hábito entre os brasileiros, que nem sempre compreendem a importância das medidas preventivas relacionadas à saúde.

Doenças preexistentes

O infectologista Alexandre Naime, chefe de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Botucatu (SP), tem presenciado casos de pacientes com a covid-19 que desconheciam as próprias comorbidades. Ele revela que é comum acompanhar pessoas com sobrepeso, mas que não acreditavam que façam parte do grupo de risco.

“Infelizmente, temos notado muitos pacientes com a covid-19 que têm um IMC (Índice de Massa Corporal) que se enquadra na obesidade, mas não percebiam. Isso é preocupante. Estamos identificando muitas doenças, até então desconhecidas pelos pacientes, nas internações, como hipertensão e diabetes. São mazelas motivadas por hábitos ruins ou questões genéticas. Elas fazem com o que o paciente esteja no grupo de riscos da covid-19”, diz Naime.

“Muitos não costumam buscar ou não conseguem acompanhamento médico antes da doença. Essas pessoas, normalmente, têm baixa percepção dos riscos de suas doenças, que incidem na população em geral. Nunca fizeram avaliação preventiva, nunca se preocuparam com o peso”, acrescenta o infectologista.

Exames feitos durante internações costumam identificar comorbidades desconhecidas por pacientes - DOUGLAS MAGNO/AFP VIA GETTY IMAGES - DOUGLAS MAGNO/AFP VIA GETTY IMAGES
Exames feitos durante internações costumam identificar comorbidades desconhecidas por pacientes

Imagem: DOUGLAS MAGNO/AFP VIA GETTY IMAGES

Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que obesidade, hipertensão e diabetes são as comorbidades desconhecidas, ou sem tratamento adequado, mais comuns entre pacientes com quadro grave de covid-19 — elas também são as doenças crônicas mais comuns entre os brasileiros em geral, conforme o Ministério da Saúde.

Ainda segundo os especialistas, outras enfermidades como tuberculose, doença pulmonar obstrutiva crônica e problemas cardíacos também podem estar entre as mazelas desconhecidas por pacientes infectados pelo Sars-Cov-2, nome oficial do novo coronavírus, que são internados em estado grave.

As doenças preexistentes costumam ser descobertas em meio aos diversos exames feitos em pacientes internados com a covid-19.

Para os médicos ouvidos pela BBC News Brasil, um dos principais motivos para que essas comorbidades não tenham sido descobertas previamente em diversos casos é porque são silenciosas. Desta forma, como muitos deixam de fazer exames preventivos, acabam descobrindo a mazela apenas quando sente alguma dificuldade.

“Nem todos têm acesso à atenção primária com facilidade no Brasil ou se preocupam em se prevenir. Por isso, é comum que descubram a doença apenas quando já está em estágio avançado, quando a saúde está descompensada. Isso tudo traz uma série de consequências, porque a pessoa não se cuida desde o princípio e isso pode aumentar riscos de infartos, derrames ou insuficiência cardíaca”, aponta o médico intensivista José Albani de Carvalho.

Albani, que também está na linha de frente dos casos do novo coronavírus, trabalha em diferentes unidades de terapia intensiva (UTI) de São Paulo. Ele acompanhou casos de pacientes graves com o novo coronavírus que descobriram que possuíam comorbidades durante a internação.

“Na realidade, a covid-19 só torna essa situação (da falta de diagnósticos para doenças preexistentes) mais evidente. Isso é uma situação crônica, principalmente nas classes de menor poder econômico. Países pobres ou em desenvolvimento costumam sofrer com essa baixa prevenção”, afirma Albani.

Saúde da família

Clínica de Saúde da Família na Baixada Fluminense, no RJ - TÂNIA REGO/AGÊNCIA BRASIL - TÂNIA REGO/AGÊNCIA BRASIL
Clínica de Saúde da Família na Baixada Fluminense, no RJ

Imagem: TÂNIA REGO/AGÊNCIA BRASIL

O principal projeto no Brasil para a atenção primária é o programa Saúde da Família. O pesquisador Eduardo Melo, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, aponta que a iniciativa é um meio fundamental de acesso da população da periferia ao SUS.

“Essas unidades básicas de saúde (ligadas ao Saúde da Família) têm três grandes funções: acolher a demanda espontânea, como criança com febre ou uma pessoa gripada; fazer um cuidado continuado, no qual cria vínculos com os pacientes, porque acompanha as pessoas; e lidar com riscos e vulnerabilidades no plano coletivo, como captar e ajudar pessoas com maiores vulnerabilidades”, explica Melo.

“As equipes de saúde básica buscam descobrir precocemente pessoas com condições ou doenças crônicas, para prevenir essas doenças ou impedir o agravamento delas, por meio de acompanhamento. São unidades preparadas para tratar pessoas com tuberculose, por exemplo, e iniciar tratamento”, acrescenta.

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