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:: 11/jul/2020 . 20:49

BOA NOTÍCIA! RUI COSTA AUTORIZA TRATAMENTO COM CLOROQUINA A PACIENTES COM CORONAVÍRUS

O Governo do Estado da Bahia anunciou que vai liberar o uso da hidroxicloroquina para pacientes com diagnóstico positivo para a covid-19. A deliberação ocorreu durante reunião da comissão científica criada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realizada ontem.

A hidroxocloroquina é a versão menos tóxica da cloroquina, ponto de discórdia entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e governadores que defendem o isolamento social como medida mais eficaz de combate à proliferação do novo coronavírus.

Na Bahia, será disponibilizada para emprego no tratamento de pacientes que necessitarem de internação na rede hospitalar pública e privada em associação com outro medicamento, a azitromicina.

ITAPETINGA: SOBE DE 520 PARA 531 OS CASOS CONFIRMADOS DA COVID-19 COM 171 CURADOS

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MORADOR DE RUA IDOSO, HIPERTENSO, OBESO E DIABÉTICO VENCE A COVID-19

O caso de um morador de rua de 66 anos que contraiu a covid-19 em Boston, nos Estados Unidos, se tornou tema de um artigo publicado no The New England Journal of Medicine.

A disseminação do vírus por pessoas assintomáticas acarreta implicações, sobretudo, para populações vulneráveis, incluindo aquelas em abrigos para sem-teto. Além disso, moradores de rua apresentam uma alta incidência de doenças cardíacas e pulmonares crônicas, fatores de risco para a covid-19, de acordo com o artigo.

Idoso e em situação de vulnerabilidade, o homem ainda apresentava uma série de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão, obesidade e sequelas não especificadas de um AVC (acidente vascular cerebral) que sofreu nove anos atrás.

Dias antes de receber o diagnóstico, o paciente foi a uma clínica dedicada a moradores de rua para avaliação de tosse seca e coriza e relatou que não havia tido contato com ninguém infectado pela covid-19. O médico lhe orientou o uso de ibuprofeno e supressores de tosse associados a repouso e hidratação, e o paciente retornou ao abrigo.

Sete dias depois, com o apoio da autoridade estadual de saúde pública, foi lançada uma campanha para testar os moradores do abrigo. Um swab nasofaríngeo foi obtido do paciente e, dois dias depois, o teste retornou positivo para covid-19.

A equipe do abrigo foi notificada do resultado, e o paciente foi transferido à ala “medical respite care” da covid-19. O termo se refere a uma ala de tratamento médico de curto prazo para pessoas sem-teto que estão doentes demais para permanecer na rua ou em um abrigo, mas que não demandam atendimento hospitalar.

O paciente relatou que não se sentia bem, com tosse, congestão nasal, fadiga, dor de cabeça e dor de garganta. Sua temperatura marcava 38,1 ºC.

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